EUA realizam ataque na Venezuela e capturam Nicolás Maduro

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Mágson Alves

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Maduro foi preso para ser julgado por acusações criminais nos Estados Unidos, e os ataques tiveram como objetivo proteger e garantir a segurança dos agentes responsáveis pelo cumprimento do mandado de prisão. O senador Marco Rubio não prevê nenhuma ação adicional dos Estados Unidos na Venezuela agora que Maduro está sob custódia americana, afirmou Lee.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva publicou uma nota nas redes sociais condenando os bombardeios em território venezuelano e a captura do presidente Nicolás Maduro, classificando a ação como uma afronta gravíssima à soberania da Venezuela e ao direito internacional.Lula afirmou que ataques desse tipo abrem um precedente perigoso, evocam os piores momentos de interferência na América Latina e ameaçam a região como zona de paz. Segundo a nota, o Brasil defende uma resposta vigorosa da comunidade internacional por meio da ONU e reiterou sua disposição para promover o diálogo e a cooperação.

Os Estados Unidos realizaram um ataque de grande escala contra a Venezuela e capturaram o presidente Nicolás Maduro, que foi retirado do país, segundo declaração feita no sábado pelo presidente norte-americano Donald Trump, em Washington.

De acordo com Trump, a operação resultou na detenção de Maduro e de sua esposa, que teriam sido levados para fora da Venezuela após a ação militar. O anúncio foi feito por meio de uma publicação na rede social Truth Social, na qual o presidente afirmou que a ofensiva foi conduzida com sucesso pelas forças norte-americanas.

Imagens de vídeo obtidas pela Reuters mostram helicópteros sobrevoando Caracas enquanto colunas de fumaça se elevam após explosões registradas na capital venezuelana. As gravações são datadas de 3 de janeiro de 2026 e indicam atividade militar intensa na cidade durante a operação.

Até o momento, não houve confirmação oficial por parte do governo venezuelano sobre a captura de Maduro ou sobre as circunstâncias do ataque relatado pelos Estados Unidos.

A ação representa a mais direta intervenção militar dos Estados Unidos na América Latina desde a invasão do Panamá, em 1989, quando forças norte-americanas depuseram o então líder militar Manuel Noriega.

O governo dos Estados Unidos tem acusado Maduro de comandar um “narcoestado” e de manipular processos eleitorais. Maduro, que assumiu a presidência em 2013 após a morte de Hugo Chávez, tem afirmado que Washington busca controlar as reservas de petróleo do país, consideradas as maiores do mundo.

Mágson Alves

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